MEMÓRIAS DA VARANDA OU AVENTURAS DE
NAVEGADORES DE CURTO CURSO
Você
vai deliciar se com a
leitura das mais incríveis e verídicas histórias desta turma de velejadores
animados e irreverentes. Vai dar boas gargalhadas com as enrascadas em que se
metem, vai aprender como não cometer alguns erros em veleiros e, caso sejam
cometidos, como corrigi-los.
Prefaciado
pelo Roberto Barros Mesquita, o conhecido “Cabinho”, Passando pelo “Monstro de
Cabo Frio”, com seu final totalmente inesperado, com o impacto da loura navegando
em solitário e esplendorosamente nua, você vai achar que foram poucos os trinta
e cinco capítulos nas duzentas e onze páginas deste livro.
Ao
embarcar nesta emoção, alguma mudança vai ocorrer com você. Se você não é ainda
um navegador, com certeza desejará ser. Você encontrará uma turma de
companheiros e vai se juntar a eles nas páginas deste livro. Vivenciará tantos momentos engraçados, felizes e
agradáveis que quando terminar a leitura, vai desejar ter um barco para dar segmento
a estas aventuras. Você vai descobrir como ser feliz com tão pouco, vai
esquecer dos problemas do cotidiano e tudo que preocupa uma pessoa quando está em terra firme. Vai
descobrir que quando se entra a bordo, inconscientemente se despe de todas as preocupações.
Se você já é um navegador e sabe de tudo isto, possivelmente vai se reconhecer
em muitas destas histórias.
Seja
bem vindo a bordo, traga alguém para compartilhar estas aventuras com você,
vamos soltar as amarras e começar a navegar!
SUMÁRIO
SUMÁRIO
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Como comprei um veleiro maravilhoso ao voltar para casa, no Rio de
Janeiro
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1
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Diante de uma tragédia fiquei a lembrar a música do Lupicínio
Rodrigues
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11
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Como pintei eu mesmo o pomacanthus e gastei muito mais do que se
tivesse contratado um profissional para fazer o serviço
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13
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Uma loira esplendorosa, com os longos cabelos ao vento e completamente
nua, cruza o caminho do Poma e eu acabo pagando o pato
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16
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O dia em que o meu anjo da guarda cochilou e vendi o Poma
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21
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Como passei a entender um amigo que nunca tinha me deixado na mão
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23
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Como o espírito do Poma se vingou do assassino que o matou e também do
amigo que a ele me apresentara
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33
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O objetivo social da marina pública da glória que foi posteriormente
minimizado e depois esquecido
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35
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Fazendo novos amigos
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39
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As brincadeiras com a turma
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45
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Quem traçou o rumo para Fernando de Noronha e o barco foi parar na
Ilha Grande?
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59
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Como o Roska vingou-se do Professor
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61
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Prazeres de verão ou como navegar com uma turma de loucos em uma
traineira que estava com o motor enguiçando e sem bússola
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63
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Festa a bordo com muita música e a voz maviosa da musa dos embarcados
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73
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A patescaria, o banho do professor e a expulsão do demônio do templo
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79
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O mendigo marítimo
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84
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O monstro de cabo frio que afundava os barcos de pesca fazendo com que
o preço do peixe disparasse no mercado
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91
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Quando a Elis Regina cantou Arrastão jamais poderia imaginar um
arrastão
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96
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A noite
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101
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Um pé de tênis faz a felicidade do pescador
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107
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O Osmógrafo
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110
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A Jacuzzi naval
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116
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Uma noite de cão, pois estava com quase quarenta graus de febre, mesmo
assim fui
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119
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Auxiliamos uma lancha que havia subido em uma pedra, graças a um
peculiar pedido de socorro com sotaque lusitano
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127
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Quem não entende atende, ou, é melhor prevenir do que remediar
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132
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O dia em que conheci o Jota
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134
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O Explorador de lajes e uma moqueca de tirar o fôlego
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No mar sempre aparecem fantasmas, que geralmente são amigos
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141
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Prazeres de verão, quando as férias de final de ano se tornam
inesquecíveis e também se formam os comandantes de primeira viagem
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Você nuca ouviu falar da Boipeba?
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152
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Um trapalhão na capitania
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164
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O barco que gostava do pessoal da capitania, ou, como um fato toma
proporções gigantescas na medida em que vai correndo de boca em boca
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170
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Diretamente de Hollywood para me colocar em fria
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178
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Passarinho que acompanha morcego dorme de cabeça para baixo
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186
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GLOSSÁRIO
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195
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